Fria como a Lua
O lobo devorou minha amada
A Lua testemunha de tudo
assistiu de forma gélida
a tudo, sem dizer nada.
Não fui forte o bastante
para protege-la de sua fome
mas o Vampiro maldito
verá a sua própria morte
Quanto encontrei sua tumba,
meu corpo tremia de pavor.
Mal conseguia segurar a estaca
desejava vingança, sem dor.
Afundei a estaca em seu peito
o nosferatu clamava pelo inferno
Martelava sem descanso
Desejos insanos
Após sua morte
Morri em prantos.
por Adriano Siqueira
O lobo devorou minha amada
A Lua testemunha de tudo
assistiu de forma gélida
a tudo, sem dizer nada.
Não fui forte o bastante
para protege-la de sua fome
mas o Vampiro maldito
verá a sua própria morte
Quanto encontrei sua tumba,
meu corpo tremia de pavor.
Mal conseguia segurar a estaca
desejava vingança, sem dor.
Afundei a estaca em seu peito
o nosferatu clamava pelo inferno
Martelava sem descanso
Desejos insanos
Após sua morte
Morri em prantos.


